01Uma situação comum
O reajuste foi aplicado. O problema continuou.
Todo ano, no mês do dissídio, o RH aplica o percentual do acordo coletivo em toda a folha. A tabela salarial sobe junto, e a sensação é de dever cumprido.
Até que uma vaga de coordenador financeiro fica aberta por semanas. Os candidatos certos pedem bem mais do que o teto da faixa. Ao mesmo tempo, em outra área, a empresa paga acima do que o mercado pratica e nem sabe disso.
O índice do sindicato foi o mesmo para todos os cargos. O mercado, não.
02Os sinais
Quantos destes sinais você reconhece?
0/6 Marque os sinais que acontecem na sua empresa.
03Por que acontece
Por que a tabela fica para trás
O índice do acordo coletivo é o mesmo para todos os cargos, mas cada cargo tem a própria dinâmica de oferta e procura no mercado.
- 01
Reajuste em bloco
Todos os cargos sobem o mesmo percentual, independentemente do que aconteceu com cada um no mercado.
- 02
Base antiga
A tabela foi montada anos atrás e nunca mais foi comparada com o mercado.
- 03
Dado aberto como referência
Sites de salário são autodeclarados, sem tratamento estatístico nem recorte de porte, segmento e região.
Gráfico
O mesmo reajuste, mercados diferentes
04O que custa
O que a defasagem custa
A distância entre a tabela e o mercado cresce a cada ano e aparece dos dois lados da folha.
- 01Cargos concorridos defasados e talentos estratégicos indo embora.
- 02Folha mais cara em funções cujo valor de mercado não subiu na mesma proporção.
- 03Aumentos decididos sem saber onde cada cargo está em relação ao mercado.
O reajuste do sindicato serve para repor a inflação. A atualização real da tabela exige comparar cada posição com o mercado.
05Como resolver
Como atualizar a tabela com critério
Atualizar não é aplicar outro índice. É comparar cargo a cargo e decidir onde a empresa quer estar.
- 1
Revisar os cargos
Confirmar se as descrições e os níveis ainda refletem o que cada pessoa faz.
- 2
Comparar pela mediana
Cada cargo comparado com o mercado do mesmo porte, segmento e região. A mediana, e não a média, porque a média se distorce com extremos.
DataSalarial - 3
Escolher o posicionamento
Decidir em quais cargos a empresa quer estar acima da mediana e onde pode ser mais conservadora.
- 4
Ajustar faixas e simular o custo
Novas faixas e o impacto de cada ajuste na folha antes da decisão.
Cargos e Salários - 5
Manter atualizado
Com a base atualizada a cada seis meses, a tabela deixa de envelhecer entre um projeto e outro.
DataSalarial
06Como ajudamos
Como a WorkForce RH pode ajudar
Cada projeto parte do diagnóstico do seu caso e é conduzido a quatro mãos com o seu time, com dados reais de mercado.
- Cargos e SaláriosEstrutura, faixas e política de remuneração com dado de mercado.
- DataSalarialPlataforma de inteligência de remuneração com dados reais de mercado.
Quem já passou por isso
“O trabalho é técnico e estratégico, bem fundamentado, personalizado e alinhado à realidade do nosso negócio.”
WendellRodonaves07Dúvidas
Perguntas frequentes
Aplicamos o dissídio todo ano. Mesmo assim a tabela pode estar defasada?
Sim. O dissídio aplica o mesmo índice a todos os cargos, enquanto o mercado valoriza cada cargo de um jeito. Por isso uma tabela corrigida só pelo sindicato pode estar acima do mercado em alguns cargos e abaixo em outros.
Dá para atualizar a tabela sem refazer todo o plano?
Depende de como a estrutura foi construída. Se os cargos e a avaliação ainda refletem a empresa, o trabalho se concentra na comparação com o mercado e no ajuste das faixas. O diagnóstico inicial mostra qual é o caso.
Com que frequência a base de mercado é atualizada?
A cada seis meses. Todo projeto e toda consulta no DataSalarial saem do mesmo banco de dados, construído pela WorkForce RH.



