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Deflatores salariais por região e setor.
Pesquisa nacional não paga salário em Jundiaí. Veja quanto o mercado paga na região e no setor em que você contrata, em relação ao Brasil ou à base da sua pesquisa: 120 regiões, 38 setores e a margem de erro de cada número.
Como o fator é calculado
Critério que não é explicado não gera confiança. O método, sem caixa-preta:
Fonte
Microdados públicos do Novo CAGED (MTE): salário de admissão, em janela de seis meses (fev a jul/26), 1.962.517 admissões.
Mesmo cargo, mesma régua
O índice compara o mesmo cargo entre regiões e setores, sobre uma cesta fixa de 188 CBOs. Assim, o mix de cargos de cada lugar não contamina o resultado. 100% é o Brasil, todos os setores.
Região e setor juntos
As 120 regiões se agrupam em 26 macrorregiões. O cruzamento com o setor é medido na macrorregião e levado à região: célula × índice da região ÷ índice da macrorregião. Célula com poucas admissões se apoia no modelo; sem admissões, fica sem dado.
Como aplicar
Fator = índice do destino ÷ índice da base. Valor ajustado = valor de mercado × fator. Aplique o mesmo fator a todos os percentis, antes de montar as faixas.
Margem de erro
Cada número traz o intervalo de 95% (índice ± 1,96 × erro-padrão). Fator sem margem é palpite; com margem, é decisão que se defende.
Versão
Base 2026-07, com admissões de fev a jul/26.
Índices estatísticos de caráter informativo, a partir dos microdados públicos do Novo CAGED (MTE). Não constituem pesquisa salarial nem substituem a análise da estrutura de cargos e salários da empresa.
Dúvidas frequentes
Principais dúvidas
Sobre deflatores, inflatores e como usar o fator na tabela salarial.
01O que é deflator e o que é inflator?
É o fator que leva um valor de mercado de uma base para outra. Abaixo de 100%, a região ou o setor paga menos que a base (deflator). Acima de 100%, paga mais (inflator).
02Posso aplicar o fator direto na minha tabela salarial?
Como ponto de partida, sim. Mas referência de mercado não substitui decisão de posicionamento: o fator diz quanto o mercado local paga, não onde a sua empresa precisa se posicionar, nem por quê.
03Por que usar o salário de admissão?
É o preço que o mercado paga hoje para contratar. O salário de quem já está na empresa carrega reajustes antigos e acordos individuais, e atrasa a leitura do mercado.
04Por que o dissídio não resolve?
O reajuste do sindicato repõe inflação. Não corrige a posição da empresa em relação ao mercado da região e do setor em que ela contrata.
05A pesquisa que eu uso já é regional. E agora?
Escolha a região dela em “Seus dados de mercado são de”. O fator passa a comparar destino e base, em vez de destino e Brasil.
06Quando desconfiar do número?
Quando a margem de erro é larga ou a célula região × setor tem poucas admissões (a ferramenta mostra as duas). Nesses casos, prefira o índice só da região ou só do setor.
07Serve para cargos executivos?
Só como indicação. No Novo CAGED, diretores e gerentes aparecem em códigos amplos e ficam fora da cesta do cálculo. Para esses cargos, a referência segura é uma pesquisa de remuneração executiva.
Dê o próximo passo
Transforme sua folha de pagamento na sua maior vantagem competitiva.
O crescimento sustentável não sobrevive a tabelas defasadas e decisões baseadas em intuição. Com cargos e salários estruturados em dados reais de mercado, sua empresa retém os melhores talentos e ganha previsibilidade financeira.